About Me · Música

Learn To Fly (high)

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Finaleira do mês de Março de 2016. Será que ainda é tarde para fazer aqueles post motivacionais? Bom, se for, antes tarde do que nunca!

Sempre fui movida pela música, isso é um fato. Mas nunca antes uma letra havia me dando essa clareza do começar de novo. Essa música do Foo Fighters entrou na minha cabeça esse mês e não saiu mais devido ao seu refrão inspirador.

I’m looking to the sky to save me

Looking for a sign of life

Looking for something to help me burn out bright

Sempre fui uma pessoa que espera. Espero por tudo, um sinal, uma ajuda ou seja lá o que for e pode-se dizer que me tornei dependente dessa espera… Não sei porque, mas acho que tive medo de encarar, na verdade tenho medo de aprender a voar.

Essa espera é o medo disfarçado que me impede de tudo. De lutar, ir atrás, de ter coragem por ter a vida que eu quero ter. Mas ouvindo e prestando atenção na letra um estalo deu em minha cabeça de que estava – estava não, está – na hora de aprender a voar.

Não sei o que se passou na cabeça do David Grohl, mas em mim ela despertou algo que estava escondido a muito tempo, algo que nem sabia que tinha. Nunca antes tinha ouvido uma música que descrevesse o que realmente precisava ouvir. Precisava – e preciso ouvir todos os dias – que tenho que voar, na verdade voar alto.

Obvio que quando se voa alto sempre temos a possibilidade da queda. Mas é ai que vemos como está nosso voo, seguro para continuar ou frágil querendo cair. Tem que ter consciência disso e não se deixar perder durante o voo.

Pode parecer clichê esse post, mas para mim significa muito. Uma parte de mim está sendo exposta, a parte humana que tem seus problemas, seus anseios como qualquer outra pessoa. É muito fácil se iludir na internet e achar que a vida é conto de fadas, mas ela não é. Há uma pessoa aqui, que sente, come, vive, dorme e trabalha igual a você. E escrevo esse post aqui para eu lembrar, (isso mesmo, lembrar a eu mesmo) de que um dia eu despertei – finalmente – para esse voo da vida.

E você? Como anda o seu voo?

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Make my way back home when I learn to fly (high)!

 

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11 comentários em “Learn To Fly (high)

  1. Miga a gente passa por cada uma na vida que só Jesussssss…

    Pra mim, se conhecer é o princípio da felicidade e quando você percebe como se sente e como pode mudar isso, está no caminho certo, tenho certeza.

    Seguir em frente, arriscar, não é garantia de nada, mas com certeza te faz se sentir forte, capaz, a gente é regido por emoções, temos que estar sempre em movimento, parece sempre errado quando deixamos de fazer o necessário, e o necessário é a realização de um sonho, de um desejo, objetivo, ou apenas uma obrigação, mas deve ser feito.

    Eu valorizo imensamente quando leio o que vem do coração da pessoa, sinceridade na interwbs é tudo de bom, continua, eu escrevo meus devaneios às vezes, e adoro me expressar, gera empatia, a gente não está só nesse mundo de emoções loucas.

    Esse medo da realização é normal, porém depois que tu começar tudo fica mais fácil. Eu sei que é difícil e como sei, mas quando acontece nêga, é incrível, é a felicidade. O caminho não vai ser perfeito, o esforço vai ser pesado, mas é tão gratificante conquistar, é de sair dançando hehehe

    Eu amo essa música sabe, tenho outras que me impulsionam sempre e me fazem sentir em casa. Eu lembro que em cada fase meio borocoxô da minha vida eu tive uma música:

    Na bad eu ouvia: Nobody’s Home da Avril ♥
    Quando eu estava me sentindo fora de contexto eu ouvia: I’m not a girl, not yet a woman da Britney.
    Quando eu estava chorando pelo que quer que seja eu ouvia You are for me da Kari Jobe.

    Sempre vai ter uma música ou um livro, e isso me fez perceber que é ok eu me sentir assim, faz parte. Faz parte. Não fica nesse momento pra sempre, mas aceita que começa assim pra impulsionar.

    Eitaaaaaa que me empolguei hahaha acho que fui redundante, todaviaaaaaa só pra reforçar kkkk

    Um xerooooooo e VOE ALTO!!

    http://rascunhosehistorias.blogspot.com.br/

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    1. Obrigada pelas palavras querida! ❤
      Essa semana realmente,foi uma das mais difíceis da minha vida. Minha vó faleceu e meu voo caiu. Até que me deparo com suas palavras que estão me dando forças para voltar a voar.
      Não é fácil, eu sei mas precisava desabafar, soltar aquilo que me pesa e não me deixa voar.
      Fico feliz em saber que não sou a única assim, os outros também tem problemas mas não param de voar.
      Obrigada pela palavras mais uma vez.
      Tenha uma ótima semana.

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  2. Não tive tempo de ler muitas postagens suas, mas posso dizer que achei seu blog bem legal. Suas palavras soam sinceras e parecem demonstrar a pessoa que você realmente é (principalmente neste post; a simplicidade de suas palavras – e simplicidade aqui é como um grande elogio – toca lá no fundo da gente, como se estivéssemos ouvindo você falar, porque você escreve sem medo, escreve aquilo que sente, que estava sentindo na época e que precisava, de alguma forma, expor, compartilhar).

    Pelo que li na resposta dada acima, a partida de alguém especial deixou aquela semana triste. Espero que você tenha se recuperado bem dessa “turbulência” e tenha (esteja) prosseguindo com seu voo.

    “Não sei o que se passou na cabeça do David Grohl, mas em mim ela despertou algo que estava escondido a muito tempo, algo que nem sabia que tinha. Nunca antes tinha ouvido uma música que descrevesse o que realmente precisava ouvir.”
    Interessante o que a arte é capaz de fazer com o ser humano. Seja por meio de uma música, de um poema, do trecho de um filme, de uma fala no teatro, de uma fotografia ou pintura… São muitas as leituras que uma obra nos permite fazer, e são muitas as interpretações (a forma como a interpretamos é sempre subjetiva, singular, e envolve muito do que estamos sentindo naquele momento. Sei bem o que é essa sensação).

    “Obvio que quando se voa alto sempre temos a possibilidade da queda. Mas é ai que vemos como está nosso voo, seguro para continuar ou frágil querendo cair. Tem que ter consciência disso e não se deixar perder durante o voo”.
    Este trecho me fez lembrar o livro “Fernão Capelo Gaivota”, de uma gaivota que queria voar cada vez mais alto, onde nenhuma outra tinha conseguido ainda chegar (ela não se contentava somente em comer, como as demais gaivotas faziam. Além de sobreviver, ela queria viver). Recomendo a leitura da obra, é de autoria do Richard Bach (numa sentada você consegue finalizar a leitura).
    Sua reflexão sobre a possibilidade de queda também me fez lembrar as palavras do Eduardo Marinho: “Quem chega no fundo do poço precisa lembrar que o fundo é o melhor lugar do poço para se tomar impulso.”

    “Pode parecer clichê esse post, mas para mim significa muito. Uma parte de mim está sendo exposta, a parte humana que tem seus problemas, seus anseios como qualquer outra pessoa. É muito fácil se iludir na internet e achar que a vida é conto de fadas, mas ela não é. Há uma pessoa aqui, que sente, come, vive, dorme e trabalha igual a você. E escrevo esse post aqui para eu lembrar, (isso mesmo, lembrar a eu mesmo) de que um dia eu despertei – finalmente – para esse voo da vida.”
    Que trecho tão bonito (e significativo) de se ler. Que você possa sempre recordar destas palavras e que você possa aproveitar bem os momentos possibilitados por seu voo (que está apenas no início, num espaço que tanto tem a nos oferecer). Continue voando. “Ao infinito… e além!”.

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    1. Douglas, muito obrigada pelas palavras.
      Não está sendo fácil voar nesses tempos, mas continuo tentando. Receber um comentário inesperado como esse me ajuda a levantar.
      Adorei sua dica sobre essas obras que você citou, estou numa fase tão parada que nem nas leituras ando “voando” mais.
      Sobre escrever, eu penso que é a melhor maneira de me expressar. Ainda mais nesse mundo onde os olhos das pessoas estão voltadas para vídeos no Youtube e esquecem de escrever, esquecem das palavras escritas que também tem sua força. Nada contra a quem faz vídeo, eu adoro por sinal, já tentei ter canal no Youtube mas não deu certo. Escrever é o que me deixa segura, é o que me faz colocar tudo aquilo para fora e quando faço isso sinto um alívio que muitas vezes não sinto quando estou falando. Tudo sai com mais facilidade.
      David Grohl é um cara incrível, não sou fã do Foo Fighters mas devo dizer que eles tem músicas incríveis e inspiradoras. David é um cara inspirador, depois de tudo que ele passou no Nirvana ele conseguiu se superar de uma maneira surpreendente.
      Sobre a outra música deles, também acho sensacional e é uma das minhas preferidas. Best of You é outra que dispensa comentários.
      Muito obrigada pelo comentário.
      Ah e só por curiosidade, Douglas é o nome do meu irmão! hehe 🙂

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      1. Verdade, “besto of You” dispensa comentários. E o vídeo dela também foi muito bem desenvolvido.

        Espero que você continue escrevendo e voando. Quando você estiver muito “parada” lembre das palavras do Chico Science: “Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar.”

        Uma leitura que muito provavelmente te ajudará a continuar voando é a trilogia de cinco livros “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, do Douglas Adams. Se não conhece, acredite: vale muito o nosso tempo! É simplesmente fantástico!

        Entendo quando você descreve (de forma mais uma vez tão bonita) aquilo que sente ao escrever, aquilo que a escrita te possibilita. Também prefiro as palavras escritas que as pronunciadas (nada contra quem goste de falar muito, até porque sou um bom ouvinte, ouvir também me faz bem, me faz aprender muito).

        Outra curiosidade: Daniela é o nome de minha irmã, hehe (sério mesmo)!

        Mais uma coisa: quer receber uns livros de presente? Caso tenha interesse, me envia um e-mail: jdneo@hotmail.com (ah, e não são livros de auto-ajuda ou religiosos, rs).

        Outro abraço.

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      2. Sério que sua irmã é Daniela?? :O
        Então, eu já li Guia do Mochileiro o primeiro o restante fiquei de comprar mas esqueci! hehehe 😀
        Que querido você, mas eu sempre fico sem graça em receber presente e você deve ser de longe ainda pode gastar com frete e tals para mandar os livros!
        Mas por favor continue me dando dicas sobre livros, músicas e filmes! 😀
        Muito obrigada pelas palavras!
        Abraço!

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  3. Ah, esqueci de comentar: tem outra música do Foo Fighters (uma banda que também aprecio bastante) que eu recomendo escutá-la: “Times Like These” (https://www.youtube.com/watch?v=pW88CzFb6TQ)

    “It’s times like these you learn to live again
    It’s times like these you give and give again
    It’s times like these you learn to love again
    It’s times like these time and time again.”

    Curtido por 1 pessoa

  4. Oi, Dani.
    Boa tarde.

    Então, eu tinha marcado como não lida a mensagem que foi enviada ao meu email com sua resposta (isso há muito tempo atrás…). Queria ter te respondido na época, mas foram muitas mudanças daquele período até onde me encontro agora (ainda tem sido um momento de muitas mudanças). Fiz seleção para o doutorado na UFSC, passei, e cá estou, agora morando em Floripa. Eu queria ter te falado que os livros que queria te dar de presente eram alguns que eu estava me “desapegando” (não era bem um desapego, porque uma vez que você se relaciona com eles, eles fazem parte de você e você também acaba fazendo parte deles; estava mais tentando fazer eles circularem por outras mãos, olhares, sensibilidades). Entre estes livros, estavam dois de minha autoria (para uma pessoa que gosta tanto de ler, rejeitar livros é quase uma contradição, rs – mas te compreendo em parte). Depois que passei no doutorado consegui fazer muitos deles circulares (vim para a capital catarinense praticamente “nu”, com pouquíssimas obras, e confesso que isso foi bem difícil; pelos menos os filmes eu consegui trazer). Estou com alguns poucos exemplares de minhas obras duas obras, na expectativa de presentear que também ama livros ou de promover escambos com outras pessoas (caso se sinta mais confortável em fazer um escambo do que necessariamente recebê-los como presente, podemos combinar; senão, caso resolva aceitá-los de presente, ficaria feliz, pois saberia que eles estarão em boas mãos).
    Enfim, sei que não nos conhecemos, mas espero que você esteja bem. Me deu vontade de saber como você está (querendo manter o diálogo, estou por aqui).

    Outro abraço.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Oi Douglas! Tudo bom? Quanto tempo! Nem acredito que você voltou a visitar meu humilde blog que está tão desatualizado…
      Então vamos por partes: Primeiro: responderei seus comentários por este post, espero que você receba a minha notificação de reposta. 🙂
      Segundo: sobre os livros, daquela vez que você me ofereceu, eu não sabia que era de sua autoria! Me desculpe se o ofendi de alguma maneira, mas sempre fico tão sem graça quando alguém quer me dar algo de presente. Me sinto melhor presenteando os outros! hehehe Mas se você ainda tem o desejo de enviar, entre em contato comigo novamente que lhe informo meu e-mail.
      Terceiro: Que legal que você está morando da Ilha da Magia! ❤
      Saudades de Floripa, quero ver se vou visitar a ilha um dia.
      Quarto: Estou ouvindo a versão de Don't Look Back Anger que você enviou no outro post, que sensacional! Não conhecia essa versão, estou encantada e arrepiada pela voz dessa mulher!
      Quinto: Li seu post que você mandou no outro comentário sobre "Ainda Estou Pensando No Título", li e me identifiquei muito, quase chorei aqui! Sofro de transtorno de ansiedade e depressão, de uns tempos pra cá não estou conseguindo nem mais atualizar o blog, não tenho mais vontade de escrever, resenhar como antes. Estou na pressão de procurar um emprego e adquirir a minha independência,mas tá bem difícil. Sou formada em Letras há 7 anos, mas não quero lecionar. Não sei lecionar, já passei por experiências muito nítidas de que não levo jeito para isso… Eu não sei bem o que fazer, mas estou me arriscando na fotografia, outro hobbie que eu tinha como escrever, para ser se sai algo mas até agora tudo está parado. Ando lendo bem pouco também, nossa decaí muito! hehehe
      Mas aos poucos estou voltando, acho que as minhas leituras amadureceram um pouco e por isso os livros de jovem adulto não estão me servindo muito na hora de ler. Seria um prazer ler os seus, sair pouco da zona de conforto das minhas leituras juvenis! hehehe

      Espero que esteja tudo bem com você e que você receba essa mensagem!
      Um abraço!
      Dani.

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      1. Dani, “pra começar, cada coisa em seu lugar, e nada como um dia após o outro…”, como diz a canção. Quando percebi que seu blog estava com poucas postagens desde minhas primeiras visitas, imaginei que algo estivesse acontecendo com você. E está tudo, você não precisa se preocupar por não ter atualizado seu blog todo esse tempo (às vezes passo um bom tempo para postar algo em minha página também). Chega um momento que a gente parece dar uma “travada” mesmo, em vontade para ler/escrever. A mão parece pesar mais… Eu queria te sugerir dois livros: “Seis propostas para o próximo milênio”, do Italo Calvino e “Somos o Esquecimento Que Seremos” (no Brasil o título mais encontrado é “A Ausência que Seremos”), do Héctor Abad, que podem ser encontrados na Estante Virtual e nas livrarias Cultura e Saraiva. São dois livros distintos mas que trouxeram grandes contribuições para mim.

        Sobre não ter aceito os livros, não me ofendeu (de maneira alguma). Eu poderia ter falado também que eram os de minha autoria, mas acabei não comentando (porque além dos meus iam outros também). Agora eu só tenho os meus para te oferecer (“é pouco, mas é tudo que eu posso oferecer”, citando outra canção, desta vez do Engenheiros). Pensando justamente nessa ideia de que conheço pessoas que não gostam de receber presentes foi que propus o escambo (eu te mandaria os livros e você me enviaria alguma coisa – não precisa se preocupar com valor financeiro da “coisa”, pode ser um livro que você queira circular, uma fotografia de sua autoria – quem sabe de algum lugar que você goste – um CD com músicas que costuma escutar, um filme, um poema seu ou algum que você tenha um sentido específico para você, um desenho, uma pintura, uma carta, uma pedra… Algo que tenha algum significado e que de certa forma transmita um pouco de sua energia). Mas agora que você parece estar mais apta a aceitá-los, talvez nem precise do escambo, basta me enviar um e-mail (jdneo@hotmail.com) com seu endereço que eu os encaminho assim que puder.

        Sobre a ilha da magia, tenho gostado muito daqui (não conhecia, e a cada dia novas boas surpresas encontro pelo caminho. É um lugar que faz bem… (você já morou por aqui?)

        Essa versão de “Dont Look…” me deixou bem impressionado.
        Para seu momento (e para todos os momentos), escutar Oasis é sempre uma boa pedida:

        Quando você diz que não sabe lecionar, está tudo bem, porque muitos de nós professores não sabemos mesmo (independente da área ou nível de ensino). Reconhecer que você não leva jeito é algo bom, porque se você não se sente bem ali, então é melhor não estar ali. Mas muitas pessoas acabam não conhecendo esse outro lado de si mesmos porque considerarem que não nasceram para aquilo, como se fosse um dom de alguns poucos (o que não é verdade, tudo é fruto de muito trabalho, dedicação, aprendizagem e tempo). No entanto, caso você resolva enfrentar esse desafio, deve ter em mente que não saber lecionar é o primeiro passo para se lecionar bem. Este ofício é como um caminho. Cada dia você caminha alguns passos (às vezes bem poucos, como se mal tivesse saído de onde estava). Um dia você caminha mais leve, vai mais longe. Mas no dia seguinte pode vir uma tempestade e inundar quase todo aquele caminho que você já percorreu e que ainda tem para percorrer. Não há porque ficar preocupada/desesperada (isso é normal, é comum, faz parte da vida). Só aprendemos o ofício docente (e qualquer outro ofício) caminhando…
        Fotografia é algo muito bom de se fazer (eu, particularmente, gosto muito). Se você conseguir fazer disso seu trabalho, também deve estar preparada para os bons e maus tempos (todo trabalho tem seus dias bons e ruins). Mas se você se sente bem fazendo isso, então vale a pena se dedicar, ter perseverança, investir seu tempo.

        Depois que você terminou o curso de Letras não pensou em seguir “carreira” acadêmica (mestrado/doutorado) ou fazer alguma especialização para ver algo que pudesse te interessar?

        Não sei como está sua situação, se está de alguma forma sendo pressionada para entrar nesse “mundo dos adultos”, por assim dizer (mesmo que exista muita criança e jovem nele), de buscar a independência financeira, de ser mais “responsável” (como se antes não o fosse). O processo de amadurecimento não segue o mesmo ritmo do processo de crescimento (é importante lembrar disso)
        Você no momento está morando sozinha, com seus pais ou com alguém? Está tendo alguma dificuldade em relação a isso ou está conseguindo apoio familiar? (se não quiser comentar a respeito, tudo bem).

        Quando você disse que “agora tudo está parado”, me lembrei da música do Humberto Gessinger:

        Comigo, está tudo indo, devagar e sempre, como se diz em minha terra.
        Estou passando por um problema de ter não ter conseguido bolsa e nenhum trabalho até o momento para me manter na ilha da magia (que é muita cara, rs). Mas aos poucos as coisas vão se ajeitando. Fora isso, está tudo bem.

        Se quiser, pode comentar sobre o que me referi acima pelo e-mail.

        Um abraço.

        Curtido por 1 pessoa

  5. Dani, boa tarde.
    Não sei se você chegou a receber minha resposta por essa última mensagem. Mandei na segunda-feira.
    Deixo meu e-mail para comunicarmos por lá (jdneo@hotmail.com), assim você pode me enviar teu endereço para encaminhar os livros.
    Caso você não tenha recebido minha mensagem, me avise (pois eu tinha comentado suas colocações e ainda indicado alguns livros; posso tentar reescrevê-la por email).
    Espero que esteja bem.
    Um abraço.

    Curtido por 1 pessoa

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